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"Amor não é uma substância ou uma essência que nasce com o indivíduo. Amor é uma coisa que se aprende, que se inventa, que se faz. Se sustentar em uma metafísica do amor como algo apenas sublime, e essencialmente romântico pode nos levar ao pior. Amor é uma questão significante. Reduzir o amor a sua faceta mais idealizada, romântica e pueril é no mínimo ingênuo e arriscado. Pois coloca o significante como idêntico a um sentido específico, impondo um único conceito possível, ou certo para o que daremos o nome de amor.  A narrativa do amor cortês é a tentativa da sublimação do desejo, um refúgio social, uma forma de defesa contra o estranhamento causado pelo desejo. Desde Lacan podemos também pensar o amor como a sublimação do desejo, como um fato cultural.. O amor pode ter muitos nomes, facetas e diversas saídas ... Inclusive mortíferas." Willian Mac
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Loucura" é repetir continuamente a mesma ação e esperar um resultado diferente.  Se assim for, quase todos nós somos loucos.   Albert Einstein.
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"Não tome para si o trabalho do outro. Evite insistir além da conta em aconselhar quem não escuta ninguém além de si mesmo. Tenha em mente que o amor também possui limites, requer não, requer concessões, requer reciprocidade." Marcel Camargo
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O obsessivo impossibilita o desejo quando tenta fazer do amor uma burocracia: requisitos a serem preenchidos, matemática de encontros, anulação daquele gesto que arrebata o sujeito, retirando-o do controle da situação. Assim salva o ideal. O da autonomia também. [Ana Paula Gomes]
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Sigmund Freud chamou de neurose de destino o sentimento permanente de fatalidade que se impõe aos nossos esforços de mudança e transformação; psiquicamente, a lei maior de nossas escolhas está condicionada pelo cruzamento da possibilidade do futuro com as heranças do passado.